“Muito fala, pouco faz”. Essa é a realidade de muitas empresas tidas como sustentáveis.

Certamente, todo mundo já ouviu a célebre frase: “Muito fala e pouco faz”. Pois bem, quando falamos de sustentabilidade nas empresas (a verdadeira, aquela que realmente sai do papel), é justamente essa frase que descreve a realidade do tema entre presidentes, gestores, CEO’s e outros títulos que possam descrever os dirigentes das empresas.

Mas ao passo que muitas empresas tratam da sustentabilidade como mera ferramenta de comunicação institucional, outras empresas vão além e promovem ações concretas que realmente trazem benefícios ao meio ambiente e à preservação dos recursos naturais.

No dia 20/01/2009, a Folha de Londrina divulgou uma lista das empresas TOP 10 em Sustentabilidade no país, a partir de uma pesquisa feita pela empresa de consultoria inglesa SustainAbility (sim, a mesma que criou o conceito do Triple Bottom Line vugo tripé da sustentabilidade, que leva em conta o econômico, o ambiental e o social). A Bunge – uma das principais empresas de agronegócio e exportadoras do país, foi considerada a empresa TOP10 em sustentabilidade do Brasil e a única do setor de alimentos, mineração e agronegócio a figurar nessa lista.

Hoje, oito meses após a divulgação dessa lista, voltei a me deparar com a Bunge e a notícia mais uma vez era sobre o tema Sustentabilidade. Desta vez a manchete foi: “Reinvenção que começa pelo pote de margarina” (Portal Amanhã).

A Bunge vai lançar uma margarina (a marca será Cyclus Nutrycell) que não será apenas mais uma das muitas opções de margarina à disposição dos consumidores brasileiros. Segundo a reportagem, a estampa do seu pote trará a seguinte mensagem: “1° do Brasil: embalagem biodegradável de fonte renovável para alimentos”. E isso não será apenas slogan. A nova embalagem terá decomposição após 180 dias do descarte além de ser produzida a partir do polímero PLA (poliácido lático) feito a partir de, nada mais nada menos do que… amido de milho! Além disso, a Bunge já atua com reciclagem e a reutilização dos resíduos industriais chega a 97%.

Parabéns, Bunge!

O Planeta agradece.

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