20012008094116_capaPara quem deseja se tornar vegetariano um dia ou mesmo tem curiosidade de saber como é este novo estilo de alimentação que cada vez mais vem ganhando adeptos por todo o mundo, o texto a seguir nos traz informações bem interessantes sobre esse assunto.

A possibilidade de viver uma vida harmoniosa, livre das toxinas que causam a ansiedade e a tensão, inevitavelmente nos faz levar em consideração a dieta – em especial, a questão do vegetarianismo. Desde criança, instila-se nas pessoas a crença de que a carne é essencial, parte da dieta balanceada, necessária para a boa saúde e o bem-estar. No entanto, é evidente que milhões de indivíduos levam uma vida plena e vigorosa sem nunca terem provado sequer um pedaço de carne. A pessoa que está ponderando sobre essa questão dietética básica logo se defronta com uma avalanche de argumentos e contra-argumentos conflitantes. Quando condensados em sua forma essencial, os argumentos a favor do consumo de carne se baseiam na questão da “necessidade dietética”, enquanto os contra-argumentos têm por base a nocividade das toxinas encontradas na carne e a resistência emocional para matar um ser animado para obter alimento.

A primeira pergunta que deve ser feita quando se pensa em dieta é: por que comer, afinal? A resposta, de início, parece óbvia – comemos para viver. Mas veja os casos bem-documentados de iogues que não tocaram em qualquer espécie de comida ou bebida durante anos a fio. A bem da verdade, é preciso acrescentar que esses raros indivíduos passam o tempo todo imóveis, sentados num estado de meditação profunda.

O alimento fornece combustível para o organismo quando este está ativo. Enquanto a pessoa precisar realizar ações físicas no mundo, o alimento é necessário para restaurar a energia consumida nesse processo de desempenho do papel cármico. O movimento gasta energia e o alimento dá energia.

Especificamente, o alimento é energia química introduzida no organismo a fim de fornecer glicose, que nutre as células, e determinadas substâncias químicas necessárias para construir e sustentar os tecidos vitais. E já que nenhum alimento que forneça todos os nutrientes exigidos pelo organismo está disponível o ano todo, precisamos selecionar aqueles que satisfazem as necessidades do nosso sistema orgânico individual.

A natureza da carne – A carne é um alimento morto, em geral há muitos dias, quando chega aos balcões dos frigoríficos dos supermercados. Na maioria dos casos, são acrescentados conservantes (um eufemismo para os produtos químicos que matam os microrganismo que, do contrário, se desenvolveriam na superfície da carne morta) e corantes (para disfarçar a cor marrom que a carne assume quando começa a deteriorar).

Além disso, a energia vital abandona o organismo no momento da morte, deixando para trás apenas substâncias químicas inertes. O alimento morto, incluindo todas as frutas e vegetais em conservas, tem uma natureza tamásica. Por outro lado, frutas e vegetais frescos contêm energia viva. As sementes desses alimentos podem germinar e crescer.

O alimento permanece no organismo humano durante aproximadamente um dia, até ser eliminado. Assim, com o consumo de carne e enlatados, a energia inerte, já algum tempo morta, é acrescentada ao organismo, no qual ainda permanecerá mais um dia.

FONTE: www.terra.com.br

Anúncios