É no meio do bananal que o agricultor Afonso Konrad se realiza. Desde o início deste ano, ele descobriu outra forma de tirar uma renda extra. A fibra da bananeira, que se será comercializada, é retirada. “A gente tira e não quebra”, falou seu Afonso.

As mulheres dão seqüência às tarefas. Elas dividem a fibra por partes. Todo cuidado é pouco para evitar acidentes e garantir uma fibra perfeita que, depois de lavada e seca, fica pronta para seguir outro rumo. “A gente tem tudo pronto para vender”, falou a agricultora Sandra Konrad.

Bolsa de Fibra de Banana

Bolsa de Fibra de Banana

Do campo a fibra é levada para a cidade, onde ganha forma. Artesãos produzem chapéu, bolsa e objetos

decorativos. O que não falta é inspiração vinda da natureza. Com a fibra da bananeira também é possível fazer embalagens para presentes, enfeites de natal e até chinelos.

Móveis – Além do artesanato, a fibra dá um charme especial aos móveis. Cobre sofás, cadeiras e mesas. Tudo é vendido para três empresas especializadas. São idéias que mudaram a vida da microempresária Sandra Tomanini. Há quatro anos, quando abriu a empresa, eram três funcionários. Hoje, são 17. “Toda a ampliação veio com o trabalho que a gente está fazendo com a fibra de bananeira”, falou Sandra.

Santa Catarina é o terceiro maior produtor nacional de banana. Fica atrás da Bahia e de São Paulo.

Fonte: G1

Anúncios