Archive for maio, 2008


“ Pratique a Cultura dos RRR”

Este é o slogan da campanha que o  Movimento Independente AMA- Amigos do Meio Ambiente, lança, dia 1º de Junho, nas redes virtuais e dia 9, às 14 hs, na AL Baiana,  iniciando sua programação da Semana do Meio Ambiente, a nível nacional e internacional, com atividades em campo. Segundo a jornalista Liliana Peixinho, fundadora e coordenadora do AMA, a idéia é fortalecer ações individuais no coletivo social de empresas, instituições, Ongs, faculdades e governo,  para o consumo consciente, sustentável, harmonioso, contra o desperdício e a favor de ações preventivas, de  saneamento, para uma Bahia e Brasil Limpos.

Esta campanha integra o programa permanente e itinerante de Continue lendo

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Fonte: SOS Mata Atlântica

Logo SOS MATA

A Fundação SOS Mata Atlântica realiza de 30 de maio a 1º de junho a quarta edição do Viva a Mata – mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica.

O evento acontece na Marquise do Parque Ibirapuera, em São Paulo, e é totalmente gratuito. A exposição reúne ONGs, pesquisadores e órgãos governamentais que atuam em várias regiões com projetos pela conservação da Mata Atlântica. Além de conferir os 20 estandes temáticos o público pode participar de Continue lendo

Desde 1997 o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em São Paulo já tem o Programa de Reciclagem de Papel de Escritório implantado no Edifício Sede da Gerência Regional (Anhangabaú) e em algumas de suas Gerências Executivas na capital e grande São Paulo, através de um convênio de permuta em que a empresa conveniada trocava o papel coletado por papel branco, coletores centrais, coletores de mesa, entre outros materiais.

Essa iniciativa, inovadora para a época, partiu da equipe do “Escritório da Qualidade Total” que utilizou a coleta seletiva como uma ferramenta dentro do “Programa 5S” e hoje, após 11 anos, o Serviço de Recursos Humanos, através do Programa Saúde e Qualidade de Vida, coordena a coleta seletiva.

Com a publicação do Decreto Presidencial nº 5940 de 25/10/2006, que institui a separação dos Continue lendo

Por Germano Woehl Jr

Foto do site clickclips.comEste artigo é uma contribuição para ajudar a esclarecer as dúvidas sobre este tema tão relevante para a humanidade neste momento, que talvez seja o prazo final para decidirmos nosso destino, entre o colapso e a prosperidade.

O fato é que não deveria haver dúvida alguma de que o homem arruinou o planeta e que é o único responsável pelo aquecimento global, pois há consenso sobre isso entre todos os cientistas mais notáveis do planeta, um fato raro na história da ciência. Esta unanimidade vem da análise de dados científicos bem consistentes, que foram medidos e coletados meticulosamente, usando equipamentos da mais avançada tecnologia. A conclusão é incontestável: o homem colocou a vida no planeta em grave perigo.

Alguns órgãos de imprensa têm sido os principais culpados por causar esta dúvida nas pessoas. Lamentavelmente, cometem um equívoco ao dar crédito a opiniões de pessoas sem respaldo na comunidade científica, que dão apenas palpites, sem comprovação científica alguma de seus argumentos, provocando a falsa impressão de que a comunidade científica está dividida e num acirrado debate se o homem é ou não responsável pelo aquecimento global.

A situação é mais ou menos a seguinte: para cada 100 cientistas sérios alertando que o homem está causando o aquecimento global, com argumentos científicos bem fundamentados, existe um indivíduo, sem prova científica alguma, dando nada mais do que um palpite negando o fato. Então, alguns jornais passaram a dividir democraticamente o espaço, dando a mesma Continue lendo

POSTADO POR: ANA MARINA MARTINS DE LIMA

Segundo o Detran, dos veículos existentes no país, cerca de 8,5 milhões se encontram na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), sendo 5,9 milhões de veículos flex, a gasolina, álcool ou gás, 450 mil caminhões, ônibus, vans e caminhonetes movidos a diesel, e 1 milhão de motocicletas. Esses números nos mostram a dimensão do problema, com graves reflexos no trânsito, na qualidade do ar e na qualidade de vida dos cidadãos, sem contar os prejuízos causados à economia da região que responde por mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual e a 18,5% do nacional. E o problema não pára de crescer, pois cerca de 500 novos veículos são emplacados, todos os dias, somente no Município de São Paulo, disputando o espaço nas ruas e avenidas.

É por isso que vemos grandes congestionamentos em São Paulo, com o trânsito lento se estendendo por quase 200 km nos horários de maior movimento. São longas horas perdidas nas filas e, o que é pior, com os carros, ônibus e caminhões despejando centenas de toneladas de poluição pelos escapamentos.

O problema, em menores proporções, se repete na Região Metropolitana de Campinas e na Região Metropolitana da Baixada Santista, onde a população já sente os prejuízos do trânsito congestionado e da má qualidade do ar. O Poder Público está fazendo a sua parte investindo na expansão do sistema viário e das linhas de trem e de metrô. É preciso que os cidadãos também dêem a sua contribuição, racionalizando o uso do automóvel particular, fazendo os pequenos percursos a pé ou utilizando os meios coletivos de transporte. A curto prazo, esta é a melhor solução, pois os veículos trazem grande prejuízo à qualidade de vida da população.

 Veículos emitem cerca de 97% de alguns gases tóxicos no município de São Paulo. As conseqüências desses poluentes sobre a saúde da população são grandes, contribuindo para elevar as taxas de morbidade e de internação em hospitais, especialmente de crianças, idosos e portadores de afecções cardiorrespiratórias.

 

28/05 – Multirão da Carona

 

Fonte: http://www.ambiente.sp.gov.br/mutiraodacarona/como-participar.html

 

por: Ana Marina Martins de Lima/AmbientedoMeio

 

Serra do Sol, como tudo começou

Por Marcelo Copelli – Tribuna da Imprensa

A posse das terras indígenas em Roraima é motivo de disputas há quase um século. Na década de 90, a Fundação Nacional do Índio (Funai) defendeu a demarcação de uma área contínua, diante da justificativa de que a criação de ilhas dificultaria o acesso dos índios a rios e áreas de caça, além das trocas entre as aldeias. Em 2005, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou decreto que homologou a reserva Raposa Serra do Sol.

Em seguida, o governo de Roraima entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a revisão do referido decreto sob a alegação de que o laudo antropológico que serviu de base para a demarcação das terras havia sido fraudado.

A antropóloga Maria Guiomar de Melo, que integrou o grupo de trabalho responsável pelo laudo, e sobre a qual recaem acusações de ter sido a única a assinar o documento em nome dos demais membros, nega as acusações de irregularidades.

“Não houve qualquer fraude no processo. Pode haver algum equívoco na descrição dos agentes públicos ou dos participantes, similar à questão do motorista. Afinal estavam sob a minha coordenação diversas pessoas e dependia da boa vontade de vários entes públicos”, afirma. Guiomar questiona os parâmetros Continue lendo