Por: José Truda Palazzo Jr
Qualquer cidadão que visite a sede nacional do Instituto Chico Mendes para a Conservação da Biodiversidade começa a entender tudo. Expulso da sede própria, aprazível, espaçosa e arborizada, próxima às margens do Lago Paranoá, que ficou reservada ao novo arqui-rival na disputa por poder político e rolos de papel higiênico, canetas e outros essenciais da burocracia federal, o IBAMA, na divisão criminosa provocada por Dilma Plastificada Roussef para tentar quebrar a espinha do licenciamento ambiental e facilitar a vida de seu fã-clube de empreiteiros, o primo-pobre ICMBio acabou atirado em uns prédios horrendos e áridos do setor Sudoeste, num labirinto de concreto. Sua localização, aliás onerando desnecessária e violentamente o já ridículo orçamento federal ambiental, reflete mais a sua condição atual de refém do desinteresse palaciano lullesco do que sua missão de salvaguardar o que resta da biodiversidade brasileira ante a sanha predatória do próprio (des)governo em que se insere.
Talvez a esquizofrenia provocada por esta e outras barbaridades que lhe são impostas pela dupla pós-sertaneja Lulla Roussef seja a única explicação para que, sem que seus funcionários esforçados de verdade – em especial aqueles que ralam abandonados pelas matas, banhados, restingas e ilhas do Brasil à margem do xalalá Leia o resto deste post »






Única produtora de açúcar e etanol do Amazonas, Agropecuária Jayoro ocupa irregularmente terra pública em Presidente Figueiredo (AM). Para a Coca-Cola, que investiu na usina, “a questão fundiária é um problema antigo da região”

