Por Marcelo Szpilman
Como já se começa a cogitar a participação dos tubarões na alegada incapacidade de achar os corpos das vítimas do acidente aéreo do voo Rio-Paris, da Air France, quando o Ministro da Defesa, referindo-se à presença de tubarões na área onde foram avistados os destroços, declara que “devemos lembrar que estamos na costa de Pernambuco e todo mundo sabe o que estou dizendo”, é preciso esclarecer alguns pontos importantes sobre o tema.
Mesmo estando próxima ao arquipélago de São Pedro e São Paulo a área onde foram encontrados os destroços situa-se no meio do oceano, região onde há a ocorrência de espécies de tubarão extritamente oceânicos. Significa dizer que nada tem a ver com as espécies costeiras que habitam o litoral de Pernambuco, notadamente o tubarão cabeça-chata, implicado nos raros acidentes que lá ocorrem, uma espécie territorialista de águas litorâneas que raramente se aventura em águas mais afastadas da costa.
A área em questão é rota eventual de duas espécies de tubarões oceânicos, o galha-branca-oceânico e o tubarão-azul, que são e devem ser animais muito oportunistas. E explico o porquê. Todas as espécies oceânicas vivem em Leia o resto deste post »





Foi aprovado nesta quarta-feira, por unanimidade da Comissão de Educação e Cultura da Câmara Federal (CEC), o substitutivo do Projeto de Lei nº 7291/2006, que proíbe o uso de animais em circos.

