Criado para promover a reinserção social de portadores de transtornos mentais por meio do trabalho, o Projeto Tear – Oficinas de Trabalho, Terapia e Arte, uma ação de responsabilidade social que reúne a iniciativa privada, o poder público e o terceiro setor (Pfizer, Prefeitura de Guarulhos e Associação Cornélia Vlieg) lançou uma novidade esse ano: a confecção de papel a partir de sementes de grama.
Ecologicamente correto, o papel, depois de utilizado, é cultivado na terra como qualquer outra planta e brota. A iniciativa de reproduzir a idéia em Guarulhos partiu da socióloga Rosemeire de Almeida, monitora das oficinas de papel do Tear, para atender uma solicitação da rede Wal-Mart, cliente do projeto, que tomou conhecimento desta criação na Inglaterra. Diante do desafio, ela e o grupo de oficineiros realizaram várias experiências e chegaram ao produto final.
Rosemeire explica que o papel tem um tempo curto de decomposição, desfazendo-se na terra no período de 10 a 12 dias. “Como neste caso o papel é recheado com sementes de grama, estas permanecem vivas durante todo o processo de Leia o resto deste post »








